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2005-04-21 SALVEM OS ÍNDIOSOlá pessoas, a propósito do Dia dos Índios, selecionei algumas frases que apontam a abismal distância que separa o nosso pensamento e modo de vida do deles. Depois de ler, meditem sobre o que foi dito, e me digam quem é mais "civilizado"? Carta escrita pelo cacique Seattle, da tribo Duwamish, do Estado de Washington, ao presidente Franklin Pierce, dos Estados Unidos, em 1855, depois de o governo norte-americano ter dado a entender que desejava adquirir o território da tribo. Existem várias versões, pois o suposto texto original foi modificado para a cultura branca. O Grande Chefe de Washington mandou dizer que deseja comprar nossa terra. O Grande Chefe assegurou-nos também de sua amizade e sua benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Porém, vamos pensar em tua oferta, pois sabemos que se não o fizermos o homem branco virá com armas e tomará nossa terra. O Grande Chefe em Washington pode confiar no que o chefe Seattle diz, com a mesma certeza com que os nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas. Elas não empalidecem. Como podes comprar ou vender o céu - o calor da terra? Tal idéia nos é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água. Como podes comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre o nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada uma folha reluzente, todas as praias arenosas, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual a outro. Porque ele é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga, e depois de exauri-la, ele vai embora. Deixa para trás o túmulo do seu pai, sem remorsos de consciência. Rouba a terra dos seus filhos. Nada respeita. Esquece as sepulturas dos antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrecerá a terra e vai deixar atrás de si os desertos. A vista de tuas cidades é um tormento para os olhos do homem vermelho. Mas talvez isto seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende. Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem um lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o tinir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é para mim uma afronta contra os ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um indígena prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d'água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar - animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro. Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição. O homem branco deve tratar os animais como se fossem irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser certo de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco, que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso do que um bisão que nós, indígenas, matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode afetar os homens. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto fere a terra fere também os filhos da terra. Os nossos filhos viram seus pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio, e envenenam o corpo com alimentos doces e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias - eles não são muitos. Mas algumas horas, até mesmo uns invernos, e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nesta terra ou que tem vagueado em pequenos bandos nos bosques, sobrará para chorar sobre os túmulos. Um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso. De uma coisa sabemos que o homem branco talvez venha um dia a descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julgas, talvez, que O podes possuir da mesma maneira como desejas possuir a nossa terra. Mas não podes. Ele é Deus da humanidade inteira. E quer o bem igualmente ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. E causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo seu Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua poluindo a tua própria cama e hás de morrer uma noite, sufocado nos teus próprios dejetos! Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos silvestres, quando as matas misteriosas federem à gente - onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinhas da torre, à caça do fim da vida e o começo da luta para sobreviver... Talvez compreenderíamos se conhecêssemos com que sonha o homem branco, se soubéssemos quais esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do futuro oferece às suas mentes para que possam formar os desejos para o dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos, temos de escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos, é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias conforme desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueças como era a terra quando dela tomaste posse. E com toda a tua força, o teu poder, e todo o teu coração conserva-a para teus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum. Fala do Cacique Guaicaipuro Cautémoc numa reunião com chefes de estado da Comunidade Européia Eu, Guaicaipuro Cautémoc, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, vim aqui encontrar os que nos encontraram há apenas 500 anos. O irmão advogado europeu me explica que aqui toda dívida deve ser paga, ainda que para isso se tenha que vender seres humanos ou países inteiros. Pois bem! Eu também tenho dívidas a cobrar. Consta no arquivo das índias ocidentais que entre os anos de 1503 e 1660, chegaram à Europa 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata vindos da minha terra!... Teria sido um saque? Não acredito. Seria pensar que os irmãos cristãos faltaram a seu sétimo mandamento. Genocídio...? Não. Eu jamais pensaria que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue de seu irmão. Espoliação...? Seria o mesmo que dizer que o capitalismo deslanchou graças à inundação da Europa pelos metais preciosos arrancados de minha terra! Vamos considerar que esse ouro e essa prata foram o primeiro de muitos empréstimos amigáveis que fizemos à Europa. Achar que não foi isso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que me daria o direito de exigir a devolução dos metais e a cobrar indenização por danos e perdas. Prefiro crer que nós, índios, fizemos um empréstimo a vocês, europeus. Ao comemorar o quinto centenário desse empréstimo, nos perguntamos se vocês usaram racional e responsavelmente os fundos que lhes adiantamos. Lamentamos dizer que não. Vocês dilapidaram esse dinheiro em armadas invencíveis, terceiros reichs e outras formas de extermínio mútuo. e acabaram ocupados pelas tropas da OTAN. Vocês foram incapazes de acabar com o capital e deixar de depender das matérias primas e da energia barata que arrancam do terceiro mundo. Esse quadro deplorável corrobora a afirmação de Milton Friedmann, segundo o qual uma economia não pode depender de subsídios. Por isso, meus senhores da Europa, eu, Guaicaipuro Cautémoc, me sinto obrigado a cobrar o empréstimo que tão generosamente lhes concedemos há 500 anos. E os juros. É para seu próprio bem. Não, não vamos cobrar de vocês as taxas de 20 a 30 por cento de juros que vocês impõem ao terceiro mundo. Queremos apenas a devolução dos metais preciosos, mais 10 por cento sobre 500 anos. Lamento dizer, mas a dívida européia para conosco, índios, pesa mais que o planeta terra!... E vejam que calculamos isso em ouro e prata. Não consideramos o sangue derramado de nossos ancestrais! Sei que vocês não têm esse dinheiro, porque não souberam gerar riquezas com nosso generoso empréstimo. Mas há sempre uma saída: entreguem-nos a Europa inteira, como primeira prestação de sua dívida histórica. Guaicaipuro Cautémoc mms://www2.tvcultura.com.br/provoca/media/212-poesia-guaicaipuro.wma O Pensamento indígena Uma velha Wintu religiosa fala com tristeza da destruição brutal e desnecessária de sua terra pelos brancos... “O homem branco jamais se preocupou com a terra, nem com o veado, nem com o urso. Quando nós, índios, matamos um animal, comemos ele todo. Quando queremos arrancar uma raiz, fazemos pequenos buracos no chão. Quando construímos casas, também fazemos pequenos buracos. Quando queimamos a erva contra os gafanhotos, não arruinamos tudo. Recolhemos as bolotas e as pinhas. Não derrubamos árvores. Usamos apenas madeira morta. Mas os brancos reviram a terra, arrancam as árvores, matam tudo. A árvore diz “Não! Eu sou sensível. Não me fira“. Mas eles a derrubam e a cortam em pedaços. O espírito da terra os odeia. Eles destroem as árvores e as puxam pelas entranhas. Eles serram as árvores. Isto as fere. Os índios nunca ferem nada, enquanto os brancos destroem tudo. Explodem rochas e as espalham pelo chão. A pedra diz “Não! Você está me ferindo”. Mas o branco não presta atenção. Quando os índios usam pedras, escolhem as menores e arredondadas que servem para a cozinha. Como é que o espírito da terra pode gostar do homem branco? Onde o branco põe a mão há sofrimento.” Hehaka Sapa, ou Alce Negro, chefe e místico Sioux Oglala explica-nos a importância e o simbolismo do círculo para o índio... “Vocês já perceberam que tudo o que um índio faz está dentro de um círculo, isto porque o Poder do Mundo trabalha sempre em círculos e as coisas todas tentam ser redondas. Nos velhos dias, quando ainda éramos um povo forte e feliz, o nosso poder provinha do anel sagrado da nação, e enquanto este anel manteve-se intacto o povo floresceu. A árvore florida era o centro vivo do anel e o círculo dos quatro quadrantes a alimentava. O leste trazia a paz e a luz; o sul, o calor; o oeste, a chuva; e o norte, com seu vento rijo e frio, trazia a força e a paciência. Este conhecimento foi a religião que nos trouxe do mundo exterior. Tudo o que o Poder do Mundo faz é feito em círculo. O céu e redondo e ouvi dizer que a terra é redonda como a bola, e as estrelas também. O vento, no seu máximo poder, rodopia. Os pássaros constroem ninhos em círculos, pois a religião deles é igual à nossa. O sol vem e vai num círculo, como a lua, e ambos são redondos. Mesmo as estações formam um grande círculo em suas mudanças, voltando sempre ao ponto em que estiveram. A vida de um homem é um círculo de infância a infância, e assim em tudo o que o poder move. Nossas tendas eram redondas como os ninhos dos pássaros e dispostas em círculo, o anel da nação, um ninho de muitos ninhos que o Grande Espírito nos deu para gerar nossos filhos.” Um chefe índio Gaspesian (atualmente Micmac), no ano de 1676, dirige-se a um grupo de capitães franceses na Nova Escócia, rebatendo suas afirmações sobre a superioridade da civilização francesa... "Quero que todos saibam que não estou disposto a vender parte alguma de minha terra, nem quero os brancos cortando nossas árvores ao longo dos rios, sobretudo o carvalho. Tenho uma predileção especial pelos pequenos bosques de carvalhos. Gosto de olhar para eles, porque suportam as tempestades de inverno e os calores do verão, e - da mesma forma que nós - parecem florescer por causa disso". Tatanka Yotanka, ou Touro Sentado, guerreiro Sioux. “Vocês nos censuram injustamente, alegando que nosso país é um pequeno inferno na terra em contraste com a França, um paraíso terrestre, já que possui, como dizem, todo tipo de provisão em abundância. Também afirmam que somos os mais miseráveis e infelizes dos homens, vivendo sem religião, sem educação, sem honra, sem ordem social, numa palavra, sem regras, como os animais dos bosques e florestas, privados de pão, vinho e uma infinidade de outros confortos que são comuns na Europa. Bem, irmãos, se ainda não sabem o que os índios realmente pensam do vosso país e das vossas nações, eu vou dizer agora”. "Peço que acreditem, por mais que pareçamos miseráveis aos olhos de vocês que nos julgamos muito mais felizes, porque nos contentamos com o pouco que temos. Vocês se decepcionarão enormemente se pensam em nos convencer de que vosso país é melhor do que o nosso. Se a França fosse um paraíso terrestre como estão dizendo, seria sensato deixá-la? Por que abandonariam mulheres, filhos, parentes e amigos ? Por que arriscariam a vida e as propriedades? E por que se entregariam, com todos esses perigos, às tempestades e tormentas no mar, a fim de chegar a uma terra estranha e bárbara que consideram a mais pobre e menos afortunada do mundo? Quanto á nós, que estamos convencidos do contrário, dificilmente iríamos à França, pois temos boas razões para acreditar que lá encontraríamos pouca satisfação, visto que os próprios franceses a abandonam para vir enriquecer em nossas praias. Além disso, acreditamos que vocês são incomparavelmente mais pobres do que nós, e não passam de simples operários, criados, servos e escravos, ainda que aparentem ser grandes senhores e capitães, pois vemos que se glorificam em nossos velhos trapos, vestindo as miseráveis peles de castor que já nem mais usamos, da mesma forma que vêm pescar conosco o bacalhau para encontrar o sustento e o conforto à miséria e à pobreza que os oprime. Nós, em contrapartida, encontramos todas as riquezas e comodidades entre nós mesmos, sem confusão, sem expor nossas vidas aos perigos que enfrentam constantemente em suas longas viagens. E se, de um lado, nos compadecemos de vocês na doçura de nosso repouso, de outro ficamos espantados com as atribulações que passam, dia e noite, a fim de carregar seus navios. Percebemos que vocês vivem, de um modo geral, apenas do bacalhau que pescam. Eternamente bacalhau de manhã, ao meio-dia, à noite, sempre bacalhau. A tal ponto que, se querem comer algo melhor, é às nossas custas. Pois vocês são obrigados a recorrer aos índios, que tanto desprezam, e a acompanhá-los nas caçadas, das quais tiram proveito. Agora me digam apenas isto, se ainda possuem bom senso: qual dos dois é o mais sábio e o mais feliz? O que trabalha sem cessar e só consegue, com muito esforço, o bastante para sobreviver, ou aquele que descansa na tranqüilidade e tem tudo o que precisa no prazer da caça e dá pesca?" "É verdade que jamais fabricamos o pão e o vinho que a vossa França produz. Antes, porém, da chegada dos franceses a está terra, não viviam os Gaspesian muito mais do que agora? Se já não temos nenhum daqueles velhos de 130 a 140 anos é porque vamos adotando aos poucos vossa maneira de viver. A experiência mostra que os mais longevos dentre nós são aqueles que dispensam o pão, o vinho e a aguardente de vocês, contentando-se com a alimentação natural de castor, veado, ave aquática e peixe, conforme os costumes dos nossos ancestrais e de toda a nação Gaspesian. Saibam, portanto, de uma vez por todas; quero abrir meu coração a vocês, irmãos: não há um índio sequer que não se considere infinitamente mais feliz e mais saudável que os franceses." Adario, chefe Huron no século XVII, era também conhecido por Kondiaronk (seu nome índio) e O Rato (como lhe chamavam os franceses). Possui a grande reputação de bravura e sagacidade, e teve participação destacada na Guerra do Frontenac (1689 - 1697) - uma série de conflitos entre franceses e ingleses, e entre os franceses com seus aliados índios e os Iroqueses. Sua habilidade diplomática e em confederar as tribos fez dele um aclamado pacificador. Morreu em Montreal durante uma importante conferência de paz em 1701. Adario viajou muito: “Estive na França, em Nova Iorque e em Quebec, disse ele, estudando os costumes e as doutrinas dos ingleses e franceses”. O seguinte discurso foi feito por Adario diante do barão de Lahontan, um explorador francês, e do governador da colônia francesa de Placentia, na Terra Nova, Canadá. Lahontan havia acabado de dizer a Adario que, sem punir os maus e premiar os bons, o crime se espalharia por toda aparte e o homem branco em breve se tornaria o povo mais miserável da terra. Adario responde, dizendo como vê as leis do homem branco." “Não, vocês já são bastante miseráveis, não vejo como possam se tornar ainda mais. Que espécie de homens são os europeus? Que espécie de valores cultivam? Os europeus, forçados a fazer o Bem e não podendo evitar o Mal a não ser pelo medo da Punição... Se lhe perguntasse o que é um homem, você me responderia: “É um francês”. No entanto posso provar que seu Homem é muito mais um Castor. Porque o Homem não merece este nome por saber andar sobre duas pernas, ou por saber ler e escrever, ou por exibir mil outros sinais de sua inteligência,,," "Quem lhes deu as terras que agora habitam? Com que direito as possuem? Elas sempre foram dos Algonkin. Na verdade, meu irmão, sinto pena de você do fundo de minha alma. Ouça o meu conselho e torne-se um Huron. Pois vejo uma enorme diferença entre sua condição e a minha. Eu sou senhor do meu próprio corpo, disponho absolutamente de mim mesmo, faço o que eu quero, sou o conjunto da minha nação, não temo nenhum homem e só dependo do Grande Espírito. Enquanto que o seu corpo, como a sua alma, estão condenados à dependência dos seus superiores, às ordens do vice-rei. Você não tem a liberdade de fazer o que pensa, tem medo de ladrões, assassinos, falsas testemunhas, etc., e depende de uma. infinidade de pessoas que estão acima de você. E verdade ou não é?" Chefe Curly, um índio Pawnee, relata um dos primeiros contatos entre seu povo e os europeus, entre 1800 e 1820. “Ouvi dizer que houve um tempo, há muito tempo, em que só havia índios nesta terra. Depois se ouviu falar de homens que tinham a pele branca; haviam sido avistados a leste. Antes de eu nascer, vieram à nossa terra e nos visitaram. O homem que veio era do governo. Queria fazer um tratado conosco e nos trouxe presentes, cobertores, espingardas, pederneiras, ferro e facas." "Nosso chefe disse a ele que não precisávamos de nenhuma daquelas coisas. "Temos o búfalo e o milho, que o Soberano nos deu, e é tudo o que precisamos. Veja esta roupa: ela me aquece no inverno. Não preciso de cobertor", ele falou." "O homem branco trazia consigo algumas reses e o chefe Pawnee disse: “Solte um novilho aqui no campo!” Quando a rês foi solta, o chefe disparou uma flecha que a atingiu no quarto dianteiro, matandoa. "Viu como a flecha mata?" - Disse o chefe: "Não preciso de suas espingardas”. Em seguida pegou uma faca de pedra e esfolou o animal, cortando um naco de carne gorda. Ao fazer isso, disse: "Por que usar suas facas? O Soberano deu-me com que cortar”. "Tomando enfim as madeiras de acender fogo, fez uma fogueira para assar a carne e, enquanto ela cozinhava, falou: "Você está vendo, meu irmão, que o Soberano nos deu tudo o que precisamos para obter a carne ou cultivar a terra. Agora volte ao lugar de onde veio. Não queremos seus presentes e também não o queremos aqui”. O chefe de um dos principais grupos de índios Pés-Pretos rejeita os valores monetários do homem branco, respondendo aos delegados norteamericanos que lhe pedem para assinar um dos primeiros contratos de venda de terra na região de Milk River, perto da fronteira norte-noroeste de Montana. “Nossa terra vale mais do que seu dinheiro. Ela irá durar para sempre. Nem mesmo as chamas do fogo poderão destruí-la. Enquanto o sol brilhar e as águas correrem, ela continuará aqui dando vida aos homens e aos animais. Não podemos vender as vidas dos homens e dos animais; portanto, não podemos vender essa terra. Foi o Grande Espírito que a destinou para nós e não podemos vendê-la porque não nos pertence. Vocês podem contar seu dinheiro - e guardá-lo no chifre de um búfalo, mas só o grande Espírito pode contar os grãos de areia e as folhas de grama desta planície. Nós daremos de presente o que quiserem. Mas a terra, jamais”. A orgulhosa tribo dos Nez Percé (Nariz Furado) era chefiada por um homem notável chamado Hin-mah-too yah-lat-kekht, ou Trovão-das-Alturas-Sublimes-da-Montanha, ou apenas Chefe Joseph, referido anteriormente numa passagem em que descreve a morte do pai. Seu amor pela terra natal era inesgotável, e Chefe Joseph perseverava no esforço de permanecer nos vales e montanhas em que havia nascido. Neste trecho ele deixa claro (como costumava fazer) seus sentimentos com relação à propriedade da terra. "A terra foi criada com o auxílio do sol e deveria ser deixada como está... O campo foi feito sem linhas de demarcação e não compete ao homem demarcá-lo... Vejo os brancos por toda a parte buscando riquezas, e vejo que querem nos dar terras sem valor... A terra e eu somos uma coisa só. A medida da terra e a medida de nossos corpos é á mesma. Digam-nos, se puderem, que o Poder Criador os enviou para falar conosco. Vocês talvez pensem que foram enviados para fazer de nós o que bem entenderem. Se eu achasse que foi o Criador quem os mandou, consentiria que vocês têm direitos sobre mim. Não interpretem mal meu sentimento de amor à terra. Eu nunca disse que a terra era minha para fazer com ela o que eu quisesse. O único com direito a dispor da terra e aquele que a criou. O que exijo é o direito de viver em minha terra e lhes concedo o privilégio de viverem na de vocês". Smohalla, fundador da religião do sonhador, nasceu entre 1815 e 1820 e pertencia aos Sokulk, pequena tribo dos Nez Percé que vivia em Priest Rapids, margem oriental do rio Columbia, no Estado de Washington Smohalla destacou-se como guerreiro, começando a seguir a pregar a “religião do sonhador”. O Chefe Joseph dos Nez Percé, adepto da sua “religião do sonhador” propunha e preconizava um retorno às concepções nativas, particularmente as da Terra-Mãe benigna, os sonhos sendo a única fonte de poder sobrenatural. O texto a seguir mostra alguns aspectos da doutrina, que atraiu muitos adeptos, entre os jovens: “Meus jovens não devem trabalhar. Os homens que trabalham não podem sonhar, e a sabedoria nos vem através dos sonhos. "Vocês me pedem para lavrar a terra. Devo então pegar uma faca e enterrá-la no peito de minha mãe? Assim, quando eu morrer, não poderei entrar em seu seio para descansar". "Vocês me pedem para cavar à procura de pedras. Devo então rasgar-lhe a pele para arrancar seus ossos? Assim, quando eu morrer, não poderei entrar em seu corpo para nascer de novo". "Vocês me pedem para cortar o capim, fazer o feno, vendê-lo e ficar rico como o homem branco. Mas como posso cortar os cabelos de minha mãe?”
2005-04-15 VOCÊ É SEXUALMENTE ATIVO?É por uma boa causa. Na dúvida é melhor fazer...
Sabia que, se pode detectar na pele se uma pessoa é sexualmente ativa ou não?
1. O sexo É um tratamento de beleza. Provas científicas demonstram que quando as mulheres fazem amor produzem maiores quantidades de hormônio estrógeno que dá brilho ao cabelo e deixa a pele tenra. (Que deli!!!)
2. Fazer amor de forma tranqüila e relaxada reduz as probabilidades de sofrer dermatites, urticárias ou granos. O suor que se produz limpa os poros e dá luminosidade para a pele. (Todo mundo merece um banho a dois!!!)
3. Fazer amor queima as calorias durante a cena romântica. (Todo mundo deve manter a forma!!!)
4. O sexo é um dos esportes mais seguros que se pode praticar. Estica e tonifica quase todos os músculos do corpo. Se desfruta mais que nadar 20 piscinas, ou outro esporte que solicite equipamentos especiais. (Vamos malhar!!!)
5. O sexo é uma cura instantânea para a depressão leve. Libera endorfinas na corrente sangüínea, produzindo uma sensação de euforia e deixa com uma sensação de bem-estar. (Todos os homens merecem!!!)
6. Quanto mais sexo praticar, mais sexo vai querer. O corpo sexualmente ativo desprende maiores quantidades de feromônios. Estes sutis perfumes sexuais deixam louco o sexo oposto! (Todas as mulheres merecem!!!)
7. O sexo é o tranqüilizante mais seguro do mundo. É 10 VEZES MAIS EFETIVO QUE O VALIUM. (Chega de nervosismo!!!)
8. Beijar todos dias mantém alegre o dentista. O beijo secreta saliva que limpa os restos de comida dos dentes e reduz os níveis dos ácidos causadores de cáries, e previne contra o tártaro. (Huuuuummmmm!!!)
9. O sexo realmente alivia as dores de cabeça. Uma sessão fazendo amor alivia a tensão que aperta os vasos sanguíneos do cérebro. (Tylenol nunca mais!!!)
10. Fazer muito amor descongestiona o nariz fechado
Esta mensagem foi enviada para que você tenha boa sorte no sexo
A original se encontra em uma casa de Palaiseau. Já viajou ao redor do mundo nove vezes. Agora chegou a você. A "Fada Quente do Sexo" te visitará depois de 4 dias de receber esta mensagem, sempre quando enviá-la.
(Eu sei, eu sei... Você deve estar pensando agora: "Pô ainda vou ter que esperar 4 dias!!!")... (Tá louco!!!)...
Com o tempo você se tornará celibatário e seu genital apodrecerá e cairá. Isto não é piada. Mande cópias a todas as pessoas que considera que necessitam de sexo. (Você conhece alguém???)
Há, não vale mandar de volta!!!
Não envie dinheiro, porque o destino de sua genitália não tem preço. Não ignore esta mensagem. Ela deve sair da sua caixa postal em 96 horas. Por favor mande 10 cópias e verá o que sucede em 4 dias!!!
Por via das duvidas, né!!!? Tô mandando... heheheheh 2005-04-07 INSTALANDO UM PROGRAMA
Tempos depois, num departamento de Atendimento ao Cliente...
Atendente: — Bom dia, senhora. Posso ajudá-la?
Cliente: — Comprei um programa em sua empresa, o AMOR, mas não consigo instalá-lo. Não sou técnica no assunto, mas acho que posso fazê-lo com a sua ajuda. O que devo fazer primeiro?
Atendente: — O primeiro passo é abrir o seu Coração. A senhora já o encontrou?
Cliente: — Sim, achei. Mas há vários programas funcionando. Tem algum problema em instalar o AMOR enquanto outros programas estão sendo executados?
Atendente: — Que programas são esses, senhora?
Cliente: — Deixe-me ver... Tenho BAIXA_ESTIMA.EXE, RESSENTIMENTO.EXE, ODIO.EXE e RANCOR.EXE sendo executados agora.
Atendente: — Não há problema algum. O AMOR deletará automaticamente RANCOR.EXE do seu sistema operacional atual. Pode até mesmo ficar em sua memória permanente, mas não vai ocasionar problemas por muito tempo aos outros programas. O AMOR reescreverá BAIXA_ESTIMA.EXE em uma versão mais atual, denominada AUTO_ESTIMA.EXE. A senhora, porém, precisa remover completamente o ODIO.EXE e o RESSENTIMENTO.EXE. Esses programas impedem que o AMOR seja instalado corretamente. A senhora pode desligá-los?
Cliente: — Não sei como proceder. Você pode me dizer como?
Atendente: — Com prazer! Vá ao Menu e clique em PERDAO.EXE. Faça isso quantas vezes for necessário, até que o ODIO.EXE e RESSENTIMENTO.EXE sejam apagados completamente.
Cliente: — OK. Terminei. O AMOR começou a instalar-se automaticamente! Isso é normal?
Atendente: — Sim! A senhora receberá uma mensagem dizendo que reinstalará a vida de seu CORAÇÃO. A senhora tem essa mensagem?
Cliente: — Sim, tenho. Está completamente instalado? Além do que se vê
Atendente: — Sim. Mas lembre-se: a senhora possui apenas o programa de modelo básico. É preciso que comece a conectar-se com outros CORAÇÕES a fim de obter melhorias.
Cliente: — Oh! Meu Deus! Já surgiu uma mensagem de erro.O que devo fazer?
Atendente: — O que diz a mensagem?
Cliente: — ERRO 412 — 0 PROGRAMA NÃO FUNCIONA EM COMPONENTES INTERNOS. O que isso quer dizer?
Atendente: — Não se preocupe. Este é um problema comum. Significa que o programa do AMOR está ajustado para funcionar em rede, com CORAÇÕES externos, mas ainda não está funcionando em seu CORAÇÃO. É uma daquelas complicadas coisas de programação, mas em termos não técnicos quer dizer que a senhora tem que ter o AMOR sua própria máquina antes que possa compartilhar com outras.
Cliente: — Então, o que devo fazer?
Atendente: — A senhora pode achar o diretório chamado AUTO_ACEITAÇÃO?
Cliente: — Sim, encontrei.
Atendente: — Excelente! A senhora está pegando prática nisso!
Cliente: — Obrigada!
Atendente: — Muito bem, agora faça o seguinte: dique nos arquivos BONDADE.DOC, AUTO-ESTIMA.TXT, VALORIZE_SE.EXE, PERDÃO.DOC e copie para o diretório MEU CORAÇÃO. O sistema reescreverá todos os arquivos em conflito e consertará automaticamente a programação defeituosa. A senhora também precisa apagar AUTOCRITICA.EXE de todos os diretórios e depois esvaziar a sua lixeira para certificar-se de que nunca mais voltem.
Cliente: — Consegui! MEU CORAÇÃO está cheio de arquivos realmente puros! Tenho no meu monitor, agora, o SORRISÓ.JPG e está mostrando que PAZ.EXE, CONTENTAMENTO.EXE e BONDADE.EXE foram instalados automaticamente no MEU CORAÇÃO.
Atendente: — Então, terminamos! O AMOR está instalado e funcionando. Ah! Mais uma coisa antes de eu ir: o AMOR é um freeware (programa grátis). Faça o possível para distribuir uma cópia de seus vários modelos a quem encontrar e, dessa forma, a senhora receberá de volta dessas pessoas novos modelos verdadeiramente puros.
Cliente: — Obrigada por sua ajuda!
Atendente: — Que tal agora fazer um up-grade no seu CORAÇÃO e colocar uma versão mais moderna do AMOR? Não perca tempo, pois a senhora deve saber que essas coisas precisam ser atualizadas quase que diariamente. 2005-04-06 REFLEXÕES ACERCA DA INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIAEu já recebi vários. É óbvio que, como todo brasileiro, fiquei enojado. Vejam, a título de exemplo, duas das mensagens que recebi: Para ficar indignado! No dia 24 de maio de 2004, o jornal "Estadão" publicou sem destaque nenhum, e em três minúsculas linhas, a denúncia gravíssima de uma brasileira residente nos EUA. Os livros de geografia de lá, estão mostrando o mapa do Brasil amputado, sem o Amazonas e o Pantanal. Eles estão ensinando nas escolas, que estas áreas são internacionais... Ou seja, em outras palavras, eles estão preparando a opinião pública deles, para dentro de alguns anos se apoderarem de nosso território com legitimidade. Nós somos brasileiros e, no mínimo, temos de nos indignar com esta afronta. Vamos passar este e-mail para o maior número de pessoas que conhecermos, e para que eles saibam que, embora eles não noticiem o fato, nós, povo, estamos sabendo. Celso Santos Editora Abril S.A. Revista Casa Claudia Fone: 11 3037-5925 Fax:11 3037-5277 e-mail:cesantos@abril.com.br Av. Brigadeiro Faria Lima, 674; Cep 05426-200; São Paulo; SP - Brasil Fone: (011) 3814-1244 - Fax: (011) 3814-1663- E-mail: globaltours@terra.com.br - www.globaltours.com.br Srs. já mandei para vários Senadores da República esta denuncia com o texto abaixo e a foto da página de um livro "didático" mostrando que somos menos do que ratos... Divulguem e cobrem dos Ministros, Presidente, Senadores para que tomem alguma atitude. Para ter acesso aos nossos senadores, acessem o site www.senado.govbr/web/senador/senanome.cfm e você terá acesso a todos eles. Mandei para mais de 15. Se todos agirmos desta forma eles talvez façam algo, pois seremos vários a fazer isso. O texto enviado é o seguinte: (quote) Senador Maquito Vilela, Houve quem duvidasse de que nos Estados Unidos havia mapas do Brasil sem a Amazônia. Pois vejam a página deste livro, no anexo, onde a Amazônia é dita como da responsabilidade dos Estados Unidos e das Nações Unidas, pois ela está localizada na "... América do Sul, uma das regiões mais pobres do mundo", é parte de “... oito países diferentes e ”estranhos “... irresponsáveis, cruéis e autoritários...", povos cruéis, tráfico de drogas, e o "...povo é inculto, ignorante"...", podendo..." causar a morte do mundo todo dentro de poucos anos...“. É só conferir na página 76 do livro DIDÁTICO norte-americano "Introdução à Geografia", do autor David Norman, utilizado na Junior High School (equivalente à 6ª série do 1º grau brasileira) anexo a esta.
Isso explica a "Operação Colômbia", as tropas americanas (80 mil) homens! no Suriname, a apropriação da base aérea (da FAB) de lançamentos de Alcântara, a intenção dos Estados Unidos de colocar um escritório da CIA na tríplice fronteira (Foz do Iguaçu), e a implementação de DUAS bases militares na Argentina, uma na Patagônia e outra próxima a Buenos Aires. Ou seja, a Amazônia está CERCADA, sitiada por forças americanas, que garantirão a posse da região a qualquer hora dessas. Essa notícia eu havia escutado há mais ou menos 8 anos atrás, em uma palestra, proferida pelo professor J.W. Batista Vidal, da Universidade de Brasília e Universidade Federal da Bahia. Como já foi mostrado (ou justificado?) que a "guerra" contra Osama Bin Laden (de quem não se tem a MÍNIMA prova de que tenha realizado os ataques de 11 de setembro) e o Talibã é muito mais uma questão de passar um oleoduto pelo Afeganistão (para tirar o petróleo russo do Mar Cáspio), que o Talibã não concordava, é de uma clareza solar os motivos dos Estados Unidos na sua pretensão de "pacificar" a América do Sul, e de "combater" o narcotráfico na Colômbia, enviando para lá imenso arsenal e 100 MIL homens! Vamos ficar de braços cruzados e boca calada? Ou vamos reagir? Dos parlamentares, esperamos AÇÃO IMEDIATA. Dos cidadãos, que REPASSEM esta notícia a todos os seus conhecidos! Dos jornalistas, que DIVULGUEM este absurdo, para que a Nação se levante contra essa violência inominável! Plínio Robson A Panse Outra mensagem dizia o seguinte: Subject: RORAIMA (IMPORTANTE) Date: Thu, 2 Dec 2004 12:49:08 -0300 (ART) Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria que passou, recentemente, em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. “Trata-se de um Brasil que a gente não conhece. As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui”. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução. Para começar, o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari, por onde você só passa entre 6:00’ horas da manhã e 6:00’ horas da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados. Detalhe 1: Você não passa se for brasileiro, mas o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI. Detalhe 2: Americanos entram na hora que quiserem. Se você não tem uma autorização da FUNAI, mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa, além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas, pasmem, se você quiser montar uma empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar "royalties" para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia... Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: “É... Os americanos vão acabar tomando a Amazônia!” E, em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia, próximo de Mucajaí: "Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí, eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa". A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo-objetivo de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares. Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO. Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de SOCORRO a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa??? Acho que sim. Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos. Mara Silvia Alexandre Costa. Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag. Patog. FMRP - USP Opinião pessoal: Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer. Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP Tel: (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472 e-mail´s: celso@ufba.br; celso@agr.unicamp.br; celsoborges@igmail.com Pois é, minha gente, tudo isto no faz pensar. Nossos vizinhos do Norte não são bobinhos e nem estão desinformados sobre esta questão. Aliás, sobre isto houve o episódio bastante divulgado na Internet envolvendo o ex-governador do Distrito Federal, ex-ministro da Educação e atual Senador Cristovan Buarque. Durante um debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o senador Cristovan Buarque, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Esta foi a resposta do Senhor Cristovam Buarque: De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade. Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro... O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris,Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa! Tiremos nossos chapéus! Que maravilha!!! Ouvindo um homem como este, reascende-se aquela chama nacionalista em nossos corações e voltamos a sentir orgulho de sermos brasileiros. Hoje, contudo, pela manhã, ao assistir ao Jornal televisivo Bom Dia Brasil, fiquei estarrecido ao acompanhar a reportagem sobre o desmatamento da Amazônia, vejam o que diz o artigo: IMAGENS DO DESCASO (Bom Dia Brasil de 06.04.2005 - http://bomdiabrasil.globo.com/) Exploração desmedida e fiscalização deficiente, uma combinação que põe em risco as nossas florestas. Nos últimos anos, as queimadas destruíram, por ano, cerca de 20 mil quilômetros quadrados da Amazônia. O governo usa tecnologia para tentar reduzir esse número. Satélites oferecem imagens dos pontos que estão sendo mais desmatados e essas imagens são impressionantes. Não há ainda o levantamento do ano passado. Os números do desmatamento da Amazônia, que costumam ser divulgados em março, até agora não saíram. Mesmo com equipamentos de vigilância mais modernos e com tantas promessas do Ministério do Meio Ambiente, a expectativa é de que o desmatamento em 2004 tenha aumentado. Imagens de uma área na Amazônia, perto de Altamira, no Pará, antes de ser desmatada, foram tiradas em 7 de maio do ano passado, por um novo sistema de monitoramento por satélite. Um mês depois, outra foto da mesma área mostra os primeiros sinais de desmatamento. Duas semanas mais tarde, o satélite revelou uma área totalmente devastada: seis mil hectares desmatados, o equivalente a mais de sete mil campos de futebol. O Ibama foi ao local e conseguiu impedir que a destruição continuasse. Hoje a área está protegida dentro da Estação Ecológica da terra do meio. “Até o ano passado, nós tínhamos a informação sobre o desmatamento um ano depois, ou seja, ele já tinha ocorrido. Agora, não, agora nós temos informações em tempo quase real, que permitem que as operações ocorram no início do desmatamento, portanto, atuando de forma preventiva”, afirma o secretário de Biodiversidade e Florestas, João Paulo Capobianco. Nos últimos anos, o desmatamento devastou cerca de 18 mil quilômetros quadrados de floresta e chegou a 23.750 quilômetros quadrados em 2003, uma área maior do que o estado de Sergipe. As regiões mais atingidas ficam às margens da BR-163 e na Terra do Meio, onde foi morta a missionária americana Dorothy Stang. “Cerca de 23 mil quilômetros quadrados por ano são desmatados na Amazônia, o que representa um escândalo planetário. Isso coloca o Brasil como o quinto ou sexto maior emissor de gases de efeito estufa no planeta, sendo que 3/4 das emissões que são provocadas pelo Brasil decorrem do desmatamento da região amazônica”, alerta o diretor do Instituto Sócio-Ambiental, Márcio Santilli. A expectativa agora é pelos números mais recentes do desmatamento na Amazônia. O governo aposta que eles fiquem no mesmo patamar dos últimos anos. Mas alguns especialistas estimam um forte aumento no ritmo de exploração da floresta. O novo levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais deve sair no fim do mês. Esses números são preocupantes e podem levantar novamente discussões sobre a capacidade do Brasil de gerir a floresta. E de propostas como, por exemplo, a internacionalização da Amazônia. A Comissão de Relações Exteriores do Senado vai promover, a partir de amanhã, várias audiências públicas para discutir o tema. O alerta vem do presidente da comissão, senador Cristovam Buarque: “Se nós não cuidarmos bem da Amazônia e ela for desertificada, não vai servir de nada para a gente. E antes disso, a cobiça internacional pode pressionar por um acordo internacional que nos tire a soberania da Amazônia. Quem não é capaz de zelar pelo seu patrimônio, não merece governar”. A audiência pública está marcada para a manhã desta quinta-feira. Participam do debate no Senado representantes dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores. Clique aqui para ver como avança o desmatamento na Amazônia. E agora? Que falar? Que argumentos podemos usar em nosso favor? O próprio Senador é que nos dá o sinal de alerta! Sabem, acabei de lembrar de uma passagem do filme “Independence Day”, quando um dos personagens ao se referir aos nossos invasores alienígenas afirma que: “eles não são bons nem maus, apenas querem nos detetizar”. A justificativa para a nossa eliminação como espécie era, no filme, exatamente esta, não sermos capazes de zelar pelo nosso patrimônio. Pensemos em tudo isto 2005-03-12 DIA INTERNACIONAL DA MULHERAlgumas das minhas amigas internéticas
Aãaahhhhãããããã... Peguei vocês heim!!!
MULHER (Sexo frágil) 2005-03-02 APOIANDO A CAMPANHA
2005-02-03 COMO ME TORNEI UM LOUCO
Duvido que não! Afinal...
Não é não! afinal vivemos na verdadeira "Ilha da Fantasia". Isso aqui é B R A S I L galera... Enquanto o resto do planeta se suicida em guerras sanguinolentas, ataques terroristas ou se acaba em Tsunamis, terremotos, maremotos, avalanches, nevasacas e outras "quizilas" mais, nós por aqui, vestimos nossas diversas máscaras, nos trajamos a caráter e caímos literalmente na vida. Óbvio que nem todos são chegados a uma folia. Estes acabam aproveitando os feriados para simplesmente relaxar ou enriquecer seus espíritos. Eu, de minha parte, confesso que sou um fronteiriço, isto é, adoro uma boa festa, dar os meus goles, dançar e conhecer gente bonita, desestressada, descomplicada, inteligente, culta e que não seja miudeira ou interesseira. Por outro lado, entretanto, há épocas que prefiro me retirar de cena e me envolver com meus livros ou minhas fitas de vídeo e dvds sobre misticismo e sobre os grandes mistérios da humanidade. Aí, simplesmente me refugio em meu apº. Ah se ele falasse!!! Este ano pelo que já andei vendo, é ano do Macaco e, além disso eu ando mutante (acho que é a idade). Por isso, vou deixar a vida me levar... Vou me dividir e alimentar todos os meus corpos. Assim, para meu corpo físico, muita folia, samba no pé, enfiom curtir com a turma. Para meu corpo emocional, alguns passeios até o litoral (que fica há uma hora daqui de Curitiba), camarãozinho e cervejinha gelada a beira-mar, de preferência muito bem acompanhado. Finalmente, para meu corpo espiritual, me retiro para meu pequeno reduto de poder (meu apêzinho), onde iniciarei as reformas planejadas desde o finalzinho de 2.004. Pra começar quero levar todos os meus livros pra lá novamente. Bom, mas o que me trouxe aqui hoje foi um texto tirado do blog de uma amiga minha do MSN, que tem muito a ver com toda esta conversa. Vejam: Como me tornei um louco Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras haviam sido roubadas. - "As sete máscaras que confeccionei e usei em sete vidas!" Corri sem máscaras pelas ruas cheias de gente, gritando: - "Ladrões, ladrões, malditos ladrões!" Homens e mulheres riram de mim, alguns correram pra casa, com medo de mim. E, quando cheguei à praça do mercado, um garoto sobre o telhado de uma casa gritou: - "Um louco!" Olhei para cima, para vê-lo. O sol, pela primeira vez, beijava minha face nua, minha alma inflamou-se de amor pelo Sol, e não desejei mais minhas máscaras... E como em transe, gritei: - "Benditos, benditos os ladrões que roubaram minhas máscaras!" Assim me tornei um louco. E encontrei tanto liberdade como segurança em minha loucura. A liberdade da solidão, e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende, escraviza alguma coisa de nós! (Kons Budistas) Então é isso... Espero que se divirtam, cada qual a sua maneira, e que possam encontrar algum "bendito ladrão" que lhes liberte de vossas máscaras... Feliz Carnaval e profícuo 2005.
2004-12-20 Apresentação
Achei muito legal esta idéia do MSN, criar um espaço virtual onde possamos juntar vários tipos diferentes de serviços (Blogg, Fotolog, MSN, etc.) Quem já me conhece do MSN, sabe que sou um aficcinonado dos Bloggs. Possuo 4 deles (1 Blig, 2 Blogger e 1 Webloger), embora os tenha deixado desatualizados ultimamente, face os compromissos profissionais assumidos, procuro sempre algum texto legal para postar. Estou agora assumindo mais este. Nele quero propor alguns temas para debate. Espero que gostem e participem, deixando comentários e sugestões. Tenham todos um felecíssimo Natal e um excelente 2005, cheio de alegrias, paz de espírito, amor e dinheiro no bolso (por que não?) Até a próxima...
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